Concurso PGDF 2019 – Previsão e Escolha da Banca Organizadora




Seleção deverá ofertar novas oportunidades para Analista e Técnico.

Ainda continua grande a expectativa para que seja definido o nome da empresa que será a banca organizadora de um novo processo público de seleção, que será realizado na PGDF, a Procuradoria Geral do Distrito Federal. O referido processo seletivo encontra-se ainda em andamento e apenas após todo este procedimento é que irá poder ser determinado o dia em que irá ser publicado o extrato de edital para que sejam abertas as inscrições do certame.

O processo público de seleção irá contar, ao todo, com 100 chances que se encontram vagas, onde 57 delas serão para o posto de analista jurídico e as outras 43 serão destinados ao cargo de técnico judiciário focado na carreira para apoiar as atividades jurídicas. Para o cargo que exige nível técnico, os candidatos que irão concorrer deverão possuir apenas diploma de nível médio e os profissionais farão jus a uma remuneração mensal que inicia no valor de R$ 4.720, para que cumpram uma jornada de trabalho, por semana, de 40 horas. Já para o posto de analista, será exigido dos concorrentes formação em nível superior, porém, em áreas específicas, conforme a distribuição das oportunidades para cada uma das especialidades exigidas. Estes profissionais receberão no início da carreira o valor de R$ 7.320, para cumprir as mesmas 40 horas por semana.


A formação da comissão que será responsável pela elaboração de um projeto básico para o concurso público já foi realizada e será composta pelos funcionários Leonardo Vieira Lins Parca e Carmem Lúcia Plá Pujades.

Sobre a progressão salarial

Para o cargo de técnico, existem três diferentes níveis que compõe a carreira, cada um tendo 5 graus. Além do nível inicial que recebe o salário de R$ 4.720, no mesmo nível três, os salários evoluem o valor de R$ 5.213,313 nos outros graus do segundo e terceiro nível. A remuneração, no primeiro nível, atinge o patamar de R$ 5.370,75, isso na graduação I e II, já no III e no IV o valor chega a R$ 5.478,70 e por fim no nível V o valor bate a cifra de R$ 5.533,49 por mês.

Já para o posto de analista, depois do inicial que parte em R$ 7.320, no terceiro nível, os valores passam a ser de R$ R$ 7.404,18, depois 7.489,33, posteriormente R$ 7.575,46 e por fim R$ 7.662,57. Já no segundo nível, atinge valores de R$ 7.838,81, depois R$ 7.928,96, evoluindo para R$ 8.020,14, chegando em R$ 8.112,37 e finalizando em R$ 8.205,67. Já no primeiro nível, o mais alto, os valores iniciam em R$ 8.394,40, evoluindo para R$ 8.490,93, depois para R$ 8.588,58, atingindo R$ 8.687,35 e finalizando em R$ 8.787,25. Por fim, na classe considerada especial, os valores são de R$ 8.989,36, depois R$ 9.092,73, mais tarde R$ 9.197,30, chegando a R$ 9.303,07 e alcançando R$ 9.410,06.


Sobre o último processo seletivo

Em 2010 foi quando ocorreu a última seletiva para os referidos cargos. Na época foram ofertadas 69 oportunidades, onde 46 eram destinados aos técnicos e as outras 23 eram de analistas nas seguintes áreas: arquitetura (1), analista jurídico (1), arquivologia (1), analista de sistemas (3), biblioteconomia (1), direito e legislação (com 13 vagas), contabilidade (1), jornalismo (1) e engenharia agronômica (1).

Neste processo de seleção, a empresa organizadora o Iades.

Todos os concorrentes tiveram que realizar uma avalição objetiva que continha 60 questões de múltipla escolha, onde 30 eram sobre conhecimentos básicos e possuíam peso um, e as outras 30 eram de conhecimentos específicos e continham peso dois. Já para o cargo de analista jurídico, a seletiva contou também com uma avaliação discursiva.

A parte destinada aos conhecimentos básicos, para todos os cargos, teve assuntos como atualidades, língua portuguesa, noções de direito administrativo, noções de direito constitucional e legislação aplicada ao órgão.

FILIPE R SILVA

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