Concurso Ministério da Saúde 2018 – Vagas Temporárias



Seleção oferece 3.592 vagas para cargos de nível médio e superior.

No dia 28 de março de 2018, quarta-feira, foi divulgado através de uma publicação em Diário Oficial, pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), que houve autorização para que seja preenchida 3.592 vagas temporárias no Ministério da Saúde, através de um processo seletivo simplificado, para profissionais tanto de nível médio como de nível superior.

Desse total de 3.592 vagas disponíveis, 589 serão para atuar em cargos que exigem Nível Médio e o restante das vagas será direcionada a candidatos que possuem Nível Superior.



Conforme descrito na autorização, as vagas que devem ser preenchidas serão 831 vagas para Enfermagem, 230 vagas para Técnico de Enfermagem, 1.340 vagas para Médico Especializado e Atividades de Gestão e 1.191 vagas para Manutenção Hospitalar, nessa última função, terão vagas direcionadas para nível superior e nível intermediário, sendo 832 vagas para profissionais de Nível Superior e 359 vagas para profissionais de Nível Intermediário.

Na autorização que foi divulgada pelo órgão, não há menção a valores de salários, porém, se usarmos o último concurso como base, a remuneração pode gerar em torno de R$ 1.024,18 para os cargos de nível médio e entre R$ 1.597,49 e R$ 5.815 para os cargos de nível superior, já que foi esse o valor do salário inicial oferecido aos aprovados do concurso anterior.

Ainda sobre o processo seletivo anterior, que ocorreu no ano de 2014, o processo seletivo para vagas temporárias selecionou médicos para várias especialidades. Foram contratados médicos Cirurgiões e Clínicos Gerais, Cardiologistas, Dermatologistas, Neurologistas, Ginecologistas, Obstetras, Ortopedistas, Oftalmologistas e Pediatras.



Conforme informado acima, esse processo seletivo visa a contratação de temporários, portanto o prazo de trabalho dos contratados será de 6 meses, com possibilidade de prorrogação para até 2 anos.

No processo seletivo que ocorreu em 2014, a avaliação a qual os candidatos foram submetidos, foi a análise do currículo. Na análise, os candidatos precisaram informar em quais instituições haviam realizado os cursos e quais cursos foram feitos. Também foi pedido que os candidatos informassem suas últimas experiências profissionais e quais eram os 3 hospitais de maior preferência para atuação, caso fossem aprovados. Em 2017, os hospitais que foram contemplados com a abertura de vagas foram: Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), Hospital Federal do Andaraí (HFA), Hospital dos Servidores do Estado (HFSE) – localizado no Centro do Rio de Janeiro, Hospital Federal Cardoso Fontes (HFCF) – localizado em Jacarepaguá, Hospital Federal da Lagoa (HFL), Hospital Federal de Ipanema (HFI), Instituto Nacional de Cardiologia (INC) – localizado em Laranjeiras e Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) – localizado na Zona Portuária do Rio.

Esse processo seletivo de 2018 já vem sendo aguardado desde o final de novembro de 2017, data em que foi dito, pelo ministro da saúde, Ricardo Barros, que haveria uma nova seleção para a contratação de novos funcionários. Ricardo Barros, informou ainda que as vagas disponibilizadas seriam para completar o quadro de funcionários de 6 hospitais e de 2 instituídos de saúde do estado do Rio de Janeiro.

Para os profissionais que desejarem participar do processo seletivo, para concorrer à uma das vagas, o edital ainda não tem previsão para ser divulgado, porém, podemos presumir que não demorará muito tempo para que isso aconteça. No Edital, será possível visualizar mais informações sobre as vagas e as atribuições de cada cargo, bem como informações relacionadas a inscrições e formas que serão utilizadas para avaliar os candidatos, além dos valores das remunerações e para quais hospitais e instituições serão direcionadas essas 3.592 vagas.

Vale ressaltar que um dos motivos que levaram a autorização desse processo seletivo é a situação de caos que os hospitais do Rio de Janeiro vêm passando, inclusive houve uma denúncia por parte dos representantes sindicais, em relação a falta de pessoal e de insumos básicos, o que acaba comprometendo bastante o atendimento aos pacientes.

Rosângela Rodrigues

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